SEI QUE NADA SEI
Por que quando estamos sem nada para fazer pensamos? Pensamentos que quando fluem no ócio completo se aprofundam?
Por que pensamos?
De onde surgiu a idéia pensar? De onde viemos? Quem nos criou?
Por que pensar?
Como aprendemos a falar, a dar nome as coisas? Por que falamos idiomas diferentes se temos as mesmas necessidades no mundo todo?
Como pode existir capacidade de células microscópicas originarem seres humanos, que logo depois quando crescem descobrem o desenvolvimento celular em busca da criação? E quanto mais esses seres procuram menos sabem e adquirem mais dúvidas a respeito.
Por que há as crenças? Para nos “ilusionar” a criação e fazer surgir novas teorias a partir de outra?
E nessa busca, por que a resposta nunca é encontrada?
Será que a resposta é tão decepcionante, que surgiram as teorias filosóficas para que às discutíssemos, em vez de procurá-la? E por que quando discutimos essas teorias surge sempre o querer saber a origem da criação, a ponto de tornar-se um círculo vicioso.
Por que as guerras? Por que querer o poder? Por que o bem e o mal, se no fim das contas a única coisa que precisamos é manter-nos vivos para a sobrevivência? Para que serve o extinto de sobrevivência se no fim morremos?
E depois que morremos, para onde vamos? Será que tudo acaba na morte? O porquê de não podermos ter vida eterna se é tão bom viver? Por que envelhecemos? O que há no futuro que não podemos ver?
Por que é nesse círculo vicioso, de vida e morte, surgem pessoas que pensam sempre buscar além? De querer ir ao fundo descobrindo sempre o infinito?
Por que não podemos saber o que é o infinito e por que é chamado de infinito?
É onde se encontra o porquê de não sabermos a criação. Porque ela é o mistério que nos faz querer sempre saber mais, adquirir conhecimento para no fim tentar desvenda-lo, mas se é mistério nunca terá desfecho.
E agora, por que a criação?
Não fique no ócio, busque algo para fazer, ocupe a mente, mas no limite, senão se cansará querendo buscar a paz, e descansando irá começar a pensar em coisas que te deixarão dúvidas que nunca serão desvendadas e se tiver alguém que saiba a resposta, quem é a pessoa? Por que não a conhecemos?
Por que não sabemos?
Ao fim de tudo, realmente evite ficar com a mente desocupada, não caia na tentação do ócio.
O por quê? Tentei explicar, mas descobri que só sei que nada sei.
2 comentários:
Pow...
Muito massa esse texto...
E quem nunca se ez essas perguntas??
Quem nunca procurou as respostas?
Quem nunca pensou em mudar??
Muito bom... bjão pra vc!!!!!!!!
Perguntas e balelas, Sócrates quetionava, Platão questionava, eu não pergunto, eu sigo em frente, au faço, eu posso, eu quero.
Intelectualidade cambaleada, perfecssionismo barato, minhas regras, minha sociedade, alternativas.
O inimaginável constrói o indestrutíveluqebrado.
"Ah, se todo ser comum soubesse usar o ócio!!!..."
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